Uma situação inaceitável ocorreu em um ônibus da Praça da Sé. Uma gestante de 23 semanas foi humilhada por um cobrador que afirmou que gravidez não é doença, e que ela não tinha direito a sentar no assento preferencial.
O cobrador foi grosseiro e desrespeitoso, gritando no ônibus e afirmou que apenas gestantes com mais de 5 meses de gestação têm direito a sentar no assento preferencial.
A gestante se sentiu ofendida e humilhada, especialmente porque estava sozinha e acredita que o cobrador não teria se comportado da mesma maneira se ela estivesse acompanhada de seu marido.
Essa situação é inaceitável e merece uma resposta firme das autoridades. O direito à acessibilidade e ao respeito é fundamental para todas as pessoas, especialmente para as gestantes.